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Informação e Turismo
"Se a vida fosse resumida por momentos, o Turismo daria vida a cada um deles."
Rinaldo Pedro
Turbine sua dose diária de vitamina C com a acerola
» Atualizado por: admin - 17 jan 2012

Em 100 gramas da parte comestível da fruta, é possível encontrar até 80 vezes mais vitamina C do que a mesma quantidade de laranja.
A segunda fruta típica do verão, que a nutricionista Tatiana Rocha traz os benefícios aqui no Vida Saudável, é a acerola. Ela tem um gosto azedinho e é muito rica em vitamina C, só para ter uma ideia, em 100 gramas da parte comestível da fruta, é possível encontrar até 80 vezes mais vitamina C do que a mesma quantidade de laranja. A acerola também reúne boas quantidades de cálcio, de ferro, de fósforo e de vitamina A, B1, B2 e B3. E mais uma boa notícia: a fruta contém baixo teor calórico, três calorias por unidade.
Fonte: VidaSaudável
Turismo de Aventura
» Atualizado por: admin - 17 dez 2010
Ao contrário do a maioria imagina o Espírito Santo é um estado rico em turismo de aventura, o seu território coberto por montanhas, mares e a linda Mata Atlântica, proporciona ao turista/desportista as condições perfeitas para a prática dos mais diversos tipos de turismo de aventura como o trekking, rapel, rafting, escalada, parapente,cascading, tirolesa entre uma infinidade de outras modalidades de aventuras incríveis.
Pretendo discorrer as principais modalidades em uma série de matérias em torno dos principais pontos de turismo de aventura no Espírito Santo espalhados de norte a sul, suas equipes, locações, websites e recursos disponíveis para a prática do seus esporte de aventura preferido.
Antes de mais nada, vamos ao dicionário, ou melhor, vamos ao google, mais especificamente à Wikipédia onde diz que:
“Turismo de aventura é um segmento de mercado do sector turístico que compreende o movimento de turistas cujo atractivo principal é a prática de actividades de aventura de carácter recreativo. Podendo ocorrer em qualquer espaço: natural, construído, rural, urbano, estabelecido como área protegida ou não. Atividades relacionadas: Rafting, rapel, mountain bike, mergulho autônomo, mergulho de apnéia, trekking, arborismo, exploração de Cavernas entre outras atividades.”
Ou ainda, o ministério público brasileiro que diz:
“ -Turismo de Aventura compreende os movimentos turísticos decorrentes da prática de atividades de aventura de caráter recreativo e não-competitivo”. (Marcos Conceituais – Mtur) – São as atividades recreativas que envolvem desafio e riscos avaliados e que proporcionam sensações diversas e novidade.
Destacam-se atividades como: – arvorismo, ciclismo, atividades equestres, atividades em cavernas, percursos fora de estrada – bungee jump, cachoeirismo, canionismo, caminhadas, escaladas, montanhismo, rapel, tirolesa – boia-cross, canoagem, mergulho, rafting – asa delta, balonismo, parapente, paraquedas, ultraleve”.
Uma coisa é certa, esta modalidade de turismo atrai pessoas de diversas idades porém, geralmente com uma sincronia maior com a natureza, bem dispostas, de bem com a vida.
Texto: Kaio Eduardo
O Turismo com viabilidade sócio-ambiental
» Atualizado por: admin - 03 nov 2010
Será o “Turismo” esse grande câncer que consome “destinos” e destrói “lugares”? Será que não aprendemos a identificarmos o que faz do “Turismo” um evento gerador de possibilidades e o que faz dele um propulsor de desigualdades? A principio, não é uma questão fácil, um grau a mais de intensidade pode dar um nó na estrutura turística de uma “região”.
Pensar o “Turismo” como uma ferramenta capaz de promover uma melhora na qualidade de vida dos cidadãos da “região”, sobretudo, quando essa se comporta de maneira receptora, não é algo simples e fácil. Se projetar na cadeia produtiva, por completo, do “Turismo”, é se colocar a desalinhava um carretel que há muito tempo vem sendo misturado. No entanto, fazer um recorte de um elo desta cadeia e se por pensá-la, estudá-la, refletir e escrever sobre as relações envolvendo “turistas” e “comerciantes”, próximos a um monumento turístico visitado, por um fluxo viável a manutenção de lojas a varejo, as chamas “lojinhas de souvenir”, as famosa “lojinhas de lembrancinhas” é algo relevante. Talvez por que, envolve diretamente a vida da comunidade, ou seja, a nossa “base comunitária”. Pois é no cotidiano das famílias, que dá venda a varejo, sobrevivem no “pé” do Convento da Penha, onde realmente o “Turismo” do Espírito Santo se reverte em vidas.
Não nos disponibilizamos a fazer do nosso trabalho, um ativo de impacto negativo e promovedor de uma “região” puramente explorada. Espera-se debruçar sobre o “Turismo”, em suas múltiplas possibilidades e dele retirar apenas o mais belo fruto, de uma árvore vindoura. Sendo que para isso, é preciso efetivar a “sustentabilidade”. Efetivá-la no cotidiano, estudá-la na sua amplitude e colocá-la em prática quando, por exemplo, a política publica é ativada em uma área.
A cadeia produtiva do “Turismo” precisar ser articulada. Não unicamente na busca por agregar serviços. Ela precisa se articular para cuidar de vidas. Para possibilitar que aquela pessoa, a qual faz da venda de “camisetas”, “artesanatos” e outros itens aos turistas que visitaram o Convento da Penha, atue como “sujeito” do processo. Essa pessoa, quando produtora de um pensamento critico, e engajado aos desafios da sociedade moderna terá suas ações voltadas não para o “explorar até exaurir”, mas sim, “atuar sem destruir”, e isso verdadeiramente está ocorrendo. Talvez fruto da elevação no graua de instrução das pessoas que estão se dispondo a atuar no e para o “Turismo”. Cada ano, novos turismólogos entram em cena, assim como, também novos Guias de Turismos, novos Agentes de Viagens e daí por diante.
Contudo, dosar o remédio é acompanhar em “loccu”, ou seja, sempre está no “lugar”, indo lá observando, descrevendo e fotografando, na busca por moldar os acontecimentos que envolvem a “comunidade” e o fluxo turístico de uma “região”. Visto que esses precisam da intermediação das entidades e instituições que formam o “Turismo”.
Portanto, sempre que possível, caro capixaba, “turiste” por sua cidade. Visite os “pontos turísticos” e busque relacionar o está sendo feito pelas entidades e instituições do nosso Estado. Porque, fazer uma observação no próprio “lugar” reativa os ânimos, nos coloca em contato com as nossas belezas e nos aproxima ainda mais um dos outros.
Assim sendo, é necessário saber “ler” quais são as possibilidades do “Turismo” e se de fato ele representa está tão “sonhada” evolução social com preservação ambiental. Pensar, estudar e atuar em prol do “Turismo” é acima de tudo propor a sempre está com a visão voltada para o “futuro”, tendo em outros “destinos” a possibilidade de aprendizado, para que em nossas “regiões” os fenômenos negativos não se projetem no espaço, nas nossas cidades, que ainda estão por se consolidarem na grande cirando do “Turismo” nacional e internacional.
Texto enviado pelo internauta: Hélio Queiroz Alves – Geógrafo, Jornalista e Guia de Turismo atuante no Espírito Santo.







