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"Aquele que quer viajar feliz, deve viajar ligeiro."
Antonie
Cais do Hidroavião
» Atualizado em 30 jul 2009Construído em 1939, constituía uma das primeiras ligações aéreas de Vitória com outras capitais do País. Hoje, totalmente recuperado e remodelado, de acordo com o projeto arquitetônico original, possui um restaurante de comida capixaba, lojas de artesanato, de produtos de papel reciclado e posto de Informações Turísticas.
O Cais do Hidroavião, também chamado Cais do Avião operou por nove anos aproximadamente e foi uma das atrações de Vitória.
Durante o tempo de operação o cais mantinha uma movimentação constante. Segundo depoimento de habitantes antigos do bairro, diariamente hidroaviões aportavam naquele cais, e chegavam desde simples monomotores a pesados quadrimotores de carga e passageiros. Cada aeronave tinha capacidade de transportar até 60 passageiros.
A elite da cafeicultura capixaba de Santa Tereza, Santa Leopoldina e Colatina utilizavam as atividades comerciais do cais; também turistas de outros Estados chegavam com destino a Guarapari.
O Cais do Hidroavião é um exemplar da arquitetura produzida no Brasil no início do século XX, possuindo características funcionais e estéticas de vanguarda arquitetônica internacional.
Thiago Simonassi, 30 anos, é empresário, mas nas horas vagas gosta de mexer com fotografias. Recentemente ele começou a fazer um trabalho conhecido como “Reconstituição Fotográfica”, que consiste em misturar imagens de lugares atuais com fotos tiradas há décadas.
Confira como era o Cais do Hidroavião em Santo Antônio, Vitória…

… e agora como está

Como chegar: seguindo em direção ao bairro Santo Antônio, av. Dario Lourenço de Souza, bairro Mário Cipreste.
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Associação das Paneleiras de Goiabeiras
» Atualizado em 28 jul 2009Paneleiras
As Paneleiras de Goiabeiras, assim chamadas por ser a maioria de mulheres, residem no bairro de Goiabeiras, em Vitória, capital do Estado do Espírito Santo.
Em 1815, as panelas de barro de Goiabeiras já figuravam na lista de atrativos turísticos do Espírito Santo. O naturalista Saint Hilaire as descreveu, segundo o Dossiê das Paneleiras de Goiabeiras do Iphan, como: “caldeira de terracota, de orla muito baixa e fundo muito raso”, “… num lugar chamado Goiabeiras, próximo da capital do Espírito Santo”.
Com competência confeccionam, em barro, panelas, potes, travessas, bules, caldeirões, frigideiras etc, de diversas formas e tamanhos. O processo de fabricação, o ensinamento, transmitido de pais para filhos, permite que a identidade cultural desta atividade seja mantida com muito poucas alterações, há várias gerações. São avós, mães, filhas e netas exercendo o mesmo ofício que é praticamente o mesmo que os índios usavam quando aqui aportaram os portugueses na época do descobrimento.
Anteriormente, as Paneleiras trabalhavam individualmente em suas próprias casas. Atualmente, mais organizadas, estão agrupadas na Associação das Paneleiras de Goiabeiras, uma espécie de cooperativa. Trata-se de um galpão onde cada uma, independentemente, produz e comercializa suas próprias peças. Sob o aspecto econômico, a renda que auferem, é significativa no contexto da manutenção de suas famílias.
A Associação já se tornou um dos pontos turísticos da cidade, sendo visitada, regularmente, por turistas interessados em adquirir as peças e ver como as mesmas são confeccionadas. No futuro pretendem as Paneleiras expandir as instalações montando, inclusive, um restaurante de pratos típicos capixabas.
A panela de barro é uma tradição milenar no Espírito Santo. A cerâmica em argila queimada era fabricada pelos índios ainda antes da colonização portuguesa. Esta tradição se mantém viva graças às paneleiras de Goiabeiras-ES, que, há várias gerações, continuam fabricando artesanalmente as autênticas panelas de barro. Reconhecida nacional e internacionalmente como objeto de arte popular, a panela de barro não perde sua tradição utilitária. Está associada à genuína culinária espiritosantense, principalmente no preparo da Moqueca e da Torta Capixaba. Raiz da cultura popular do Espírito Santo, a legítima panela de barro capixaba é identificada por um Selo de Qualidade da Associação das Paneleiras de Goiabeiras.
Panela de Barro

As panelas de barro são os utensílios de cozinha mais antigos que existem. Praticamente todos os povos da terra em algum momento a utilizaram. Das panelas de barro, secas apenas ao calor ambiente, os povos passaram a coze-las em fogueiras e fornos, daí surgindo a cerâmica.
No Brasil, é bastante afamado o artesanato típico da cidade de Vitória-ES, que consiste em panelas de barro, feitas artesanalmente pelas Paneleiras de Goiabeiras, sem o auxílio de forno, cozidas em fogueiras a lenha, e recebendo logo após, uma tintura de tanino num ritual conhecido como “sova”, de acordo com a tradição indígena. Na mesma tradição, a cidade de Alegre, também no estado do Espírito Santo, tem seu artesanato de panelas de barro reconhecido.
No Nordeste, nas feiras populares, há grande comércio de panelas de barro artesanais.
Na região-centro oeste, na cidade de Pirenópolis, em Goiás são famosas as panelas de barro da família de D. Eva.
Existem panelas de barro de diversos tamanhos e são utilizadas no preparo de diversos pratos, como a moqueca capixaba e a torta capixaba. Também é usual utilizar caldeirões de barro para servir feijoada.
Forma de preparar uma panela de barro nova
- Unte a panela de barro, sem uso, com 2 colheres de óleo de cozinha;
- Leve-a ao fogo e deixe queimar até o óleo acabar;
- Em seguida, coloque a panela para esfriar e lave-a;
- Está pronta para usar;
Fonte: Wikipédia
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Vale-cultura deverá estimular consumo cultural
» Atualizado em 23 jul 2009» O mercado do consumo cultural deve atrair 14 milhões de pessoas com a criação do vale-cultura, afirma o ministro da Cultura, Juca Ferreira. O vale-cultura, que será lançado nesta quinta-feira (23-07-2009), em São Paulo, prevê um bônus de R$50 mensais para trabalhadores com carteira assinada gastarem com ingressos de eventos ou aquisição de obras de arte.
O ministro afirma que as entidades sindicais da área pública pretendem estender o benefício à sua categoria e as empresas que poderão manejar o bônus já estão se candidatando. Ferreira acredita que o projeto será aprovado no Congresso Nacional ainda este ano, pois tramitará em regime de urgência. A criação do benefício foi continue lendo este conteúdo…
Mosteiro Zen Busdista- Ibiraçu-ES
» Atualizado em 23 jul 2009» A 350 metros de altitude e entre rochedos e vegetação exuberante da Mata Atlântica está o Mosteiro Zen Busdista, localidade de Morro da Vargem, município de Ibiraçu.
É um o primeiro mosteiro Zen da América Latina que abriu o treinamento de leigos. Sempre à retiros nos feriados e é aberto a visitação todos os domingos.
A foto é a do portal do mosterio que fica as margens da BR-101 Norte até o Km 217 e entre na estrada pavimentada que dá acesso ao Mosteiro, seguindo por cinco quilômetros.
Fonte: ViajeMais
Marataízes-ES
» Atualizado em 23 jul 2009» Praias e lagoas emolduram Marataízes, concorrido destino capixaba quando chegam as férias escolares. Freqüentada por famílias, a cidade oferece 25 quilômetros de orla com águas mansas e muitos trechos desertos – é o caso das praias do sul, como Cações, Boa Vista e Marobá, acessíveis por estrada de terra.
Quem procura um pouco de agito e atividades à beira-mar também encontra sua praia. Na Barra, as ondas são ideais para o surf, sem contar os quiosques que atraem a turma jovem. Já a movimentada praia das Neves oferece redes de vôlei e guarda-sóis de sapé na areia e um calçadão perfeito para caminhadas. Um bom programa para o dia inteiro é a Lagoa do Siri, com boa estrutura de barracas e aluguel de caiaque e pedalinho.
Os frutos do mar fresquíssimos também fazem parte dos atrativos de Marataízes. Nos muitos restaurantes e quiosques da orla central, as delícias chegam às mesas em forma de moqueca ou jambalaia – o prato típico é inspirado no risoto de camarão e incrementado com queijo gratinado.
Fonte: ViajeMais
Anchieta-ES
» Atualizado em 22 jul 2009» O acesso até à cidadezinha é todo asfaltado, porém, muitos visitantes chegam ao destino a pé. O motivo é fazer o trajeto Passos de Anchieta, que reproduz a peregrinação feita pelo beato no século XVI. O percurso começa em Vitória, a cem quilômetros, e dura quatro dias. O ponto final é o Santuário Nacional, um conjunto formado pela Igreja de Nossa Senhora da Assunção (1569), escavações arqueológicas e museu. No mês de junho, para comemorar o aniversário do padre, uma multidão participa da caminhada festiva promovida pela Associação dos Amigos dos Passos de Anchieta.
Depois de encarar as dezenas de quilômetros, os peregrinos encontram a recompensa nas praias da cidade, repletas de sombras oferecidas pelas amendoeiras que contornam a paisagem. Para quem prefere cenários tranqüilos e preservados, as dicas são Marvila, Balanço e Ubu, com vegetação nativa; Guanabara, local de desova de tartarugas; e Maimbá, com mar de águas verdes acompanhado por falésias. Já a praia de Castelhanos é badalada, com quiosques e movimento intenso no verão.
Fonte: V
Acesso à Cachoeira da Fumaça continua sem calçamento
» Atualizado em 22 jul 2009» A Cachoeira da Fumaça, um dos principais pontos turísticos do Estado, encanta pela beleza dos 140 metros de quedas d’água. Mas chegar até a cachoeira é difícil.
O único acesso é uma estrada é de terra batida. São aproximadamente dois quilômetros de poeira e buracos. Em janeiro, durante o período de chuvas, uma reportagem da TV Gazeta Sul mostrou como era complicado passar pelo local. Os carros atolavam na lama e os turistas tinham duas opções: empurrar os veículos ou seguir a pé.
Na época, o Governo do Estado prometeu asfaltar a pista no mês de fevereiro. A estrada foi recuperada e a reforma paga pelas Prefeituras de Alegre e Ibitirama. Mas o asfalto não foi feito. Seis meses depois uma equipe da Gazeta Sul voltou ao lugar e procurou a Secretaria Estadual de Agricultura, já que a estrada faz parte do Programa Caminhos do Campo.
A informação é de que o calçamento será feito, mas ainda está em fase de estudos. Eles aguardam o licenciamento ambiental, que será emitido pelo Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal (Idaf) e pelo Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema). Assim que a licença for expedida será dada a ordem de serviço para o calçamento da estrada, que será feito de paralelepípedo, de acordo com o que foi discutido com a comunidade.
Fonte: GazetaOnLine
Cariacica passa a integrar Rota Imperial no Espírito Santo
» Atualizado em 22 jul 2009» O município de Cariacica foi inserido na Rota Imperial ‘São Pedro D’Alcântara’, que faz parte da Estrada Real, um projeto turístico nos Estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, e nas cidades cortadas pelos caminhos abertos por ordem do Rei de Portugal Dom João VI – estradas essas que serviam para escoar riquezas do interior até o litoral.
O marco zero da rota que corta o Espírito Santo é o Palácio Anchieta, em Vitória. De lá a rota prossegue até Ouro Preto, em Minas Gerais. Em Cariacica, passa pela BR 262, e pela estrada que liga Cariacica Sede ao município de Santa Leopoldina, na região serrana. O objetivo da Rota é continue lendo este conteúdo…







